Vamos todos pular da ponte
2 – Vocês lembram quando surgiu o Google Bombing na blogosfera para o site do senado? Bem, passou um tempo e o Rafael Slonick escreveu um texto dizendo mais ou menos que “quando o Cardoso escreve: vão e pulem da ponte porque o House fez e eu achei legal” um monte de blogueiro vai e pula. O Rafael falou isso porque escreveu sobre o Google Bombing e viu um monte de gente comentando contra, supostamente, só porque o Cardoso disse que não era legal.
Qual a relação entre o ponto 1 e 2? Uma moeda de ouro para quem adivinhar…
Somos nós, até quando vamos ser tão facilmente influenciados? Ta legal que o Cardoso escreve bem, o Bruno Alves escreve bem e faz sentido os pontos levantados mas é impressionante como rapidamente conseguem convencer pessoas que se colocam no papel de formadoras de opinião, não tem ninguém para defender a idéia que inicialmente era defendida? É melhor parar de escrever o texto no inicio do Feed ou dizer que a Google Bombing que acabou de apoiar é errada do que comentar que não concorda com o Bruno ou o Cardoso? Porque, porque eles são “super star” na blogosfera?
Me chamem de chato, me chamem de arrogante, troll, o que quiser mas não me deixo levar tão facilmente.
P.S – Não disse que concordo ou discordo dos textos citados apenas utilizei como exemplo.
Existe uma ENORME diferença entre “concordo pq você escreveu” e “concordo pq gostei do que você escreveu”.
Detesto essa credibilidade-default que blogueiros formadores de opinião têm. No máximo peço o benefício da dúvida.
Um blogueiro inexperiente pode por um tempo ativar esse modo “credibilidade-default” que o Cardoso falou… Acho que nesse caso é até perdoável, ele está em busca de referências. Mas chega uma hora que o rapaz tem que seguir seu proprio caminho… (ta parecendo papo daqueles filmes de kung fu…)
Leo
Somente os radicais não abrem mão de suas opiniões. Se tornar um radical, independente de ter ou não razão fecha várias portas!
Eu li o texto do Bruno, discordei dele em alguns aspectos, mas ao ver no blogblogs todos os meus resumos se reduzindo a assinatura de “corpright” do meu blog, achei que as vantagens eram muito menores que as devantagens. Ai mudei de idéia, joguei a assinatura lá para baixo e pronto. Abri mão da minha opinião.
Mas querendo ou não, todo mundo é “maria vai com as outras” em algum tipo de situação, principalmente naquelas que não dominamos…
O problema é não dominar nenhum assunto, e se tornar 100% maria vai com as outras.
Ter opinião é ótimo, mas dar o braço a torcer te faz maior ainda!
Cardoso, pode acreditar que uma grande maioria termina concordando “porque você escreveu”.
Phil, posso até aceitar que você diga que é perdoável mas da forma que colocou parece que até aprova. E temos outro problema, não são apenas os inexperientes…
Jonny, a proposta não é se tornar um radical e sim tirar suas próprias conclusões sobre determinado assunto. Não estou dizendo que não devemos mudar de opinião em hipotese alguma, é claro que vez por outra surgem argumentos que terminam, praticamente, obrigando a gente a aceitar porém a questão esta mais para o dito pelo Cardoso no primeiro comentário existe diferença entre aceitar porque foi convencido pelos argumentos e aceitar por dar total credibilidade ao autor.
Leo!
Nos dois casos em específico, o Cardoso é um sujeito que codificou o blogar no Brasil. A blogosfera brasileira muito deve a ele. Exerce uma liderança produtiva e comete sim, vez ou outra, surtos de estrelismo. Segue às cegas, seus acólitos, o que também é natural. Mas nos Lucros & Perdas, o Cardoso esta com saldo muito positivo.
Quanto ao Bruno, são poucas suas ingerências, e mais sóbrias. Dificilmente ele se deixar levar pelo estrelismo. Quando torna público sua opinião, o faz de forma arrazoada e até, diretiva para um bom curso dos blogues.
São dois grandes blogueiros e é natural que a maioria mirem-se em sua experiência.
Não vejo nada de mal nisso.
Abraços!
Sérgio
PS: E que “vermelho mensal” esse de seu blogue hem…
Aprovar não aprovo não Leo. Mas quando se começa e se está perdido você pode buscar um ponto pra começar. Mas é só no começo mesmo.
E quanto a “eles” não serem inexperientes… Bom, cada um faz o que quer… Apesar que nesse caso a pessoa não tem nem opinião não é mesmo?
Sergio, certamente concodo com você que tanto o Bruno quanto o Cardoso são dois blogueiros brasileiros com muito conhecimento a acrescentar mas a questão não são ambos (foram utilizados como exemplo) e sim os outros que se deixam facilmente manipular. Não estou falando do caso comentado pelo Jonny, aqui, onde terminamos dando o braço a torcer quando nos são apresentados bons argumentos e sim daqueles que nem se dão ao trabalho de verificar os argumentos e já acompanham baseados no autor.
Phil, este é justamente o ponto: falta de opinião!
P.S – Sergio, este post foi desenvolvido pelo amigo pessoal e conterranêo Hilder mas como você falou.. que vermelho!
No caso de blogueiros mais experientes, parece até uma espécie de ‘cordialidade’ não discordar da opinião. Entretanto, é com esses vai-e-vens que a blogosfera brasileira vai tomando uma identidade própria.
Repare que os blogs estrangeiros possuem uma ‘ética’ completamente diferente da dos brasileiros. Eu reparo um pouco disso no uso de palavras-chave como nome do comentário. Aqui é tabu, lá fora é muito mais aceito, pelo menos nos blogs que eu leio.
Alexandre, essa “tal cordialidade” que você falou não deveria existir em hipótese alguma. onde fica a personalidade?
Com relação ao uso de palavras chaves no nome de comentários talvez seja mais utilizado lá por conta do alto índice de SPAM, eu não concordo com a utilização de palavras chaves no lugar onde deveria escrever o nome.
Não passam de capachos, lambedores de saco, puxa sacos, o brasileiro tem mente provinciana, adora ser iludido e manipulado, tanto que assistem a Rede Globo ao Futebol e acreditam em democracia, burros.
Falou o Espíritos Livres, a pessoa que vai salvar o mundo do mal que assola a humanidade!
Espiritos espero que tenha chegado a essa conclusão sozinho, odiaria saber que te induzi a isso pois o que escreveu não é nem de longe o que penso.
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